Coluna / Comportamento

A força que habita o feminino

A psicóloga Fabiana Loreto reflete sobre a jornada da mulher, a capacidade de regeneração emocional e a importância do autocuidado.

Fabiana Loreto 07 de July de 2026 2 min de leitura

A jornada de ser mulher é, muitas vezes, descrita como uma sucessão de papéis: somos filhas, mães, profissionais, cuidadoras[cite: 1]. Mas, para além das funções que o mundo nos delega, existe um fio invisível e resistente que nos une, uma força que habita o feminino e que se manifesta no silêncio de nossas lutas diárias[cite: 1]. Vivemos em uma busca constante para provar nosso valor, enfrentando batalhas que, embora exaustivas, são profundamente válidas[cite: 1].

Não lutamos apenas por nós; lutamos para que o caminho seja menos íngreme para as que virão depois[cite: 1]. Nossas filhas, sobrinhas e netas herdarão não apenas nosso sobrenome, mas a liberdade de escolha que estamos pavimentando agora[cite: 1]. É uma busca pela igualdade efetiva[cite: 1]. A de direitos, sim, mas também a de deveres, em um mundo onde a nossa jornada ainda teima em ter horas a mais do que a dos homens[cite: 1].

Contudo, para além do peso da sobrecarga, quero falar de algo maior e mais bonito que é a extraordinária capacidade feminina de regeneração emocional[cite: 1]. Como dizia Caetano, é uma "força estranha" esta que nos pertence[cite: 1]. É a habilidade de, após as crises mais severas, recolher os próprios pedaços e reconstruir um mosaico ainda mais belo[cite: 1]. Essa força imensa não perde a doçura, ela se nutre da nossa sensibilidade, algo tão extraordinário que no estresse do cotidiano muitas vezes esquecemos de admirar em nós mesmas[cite: 1].

"Precisamos lembrar que o autocuidado não é um luxo, mas uma estratégia vital de sobrevivência e liderança. Quando nos negligenciamos, nos sabotamos[cite: 1]."

Precisamos lembrar que o autocuidado não é um luxo, mas uma estratégia vital de sobrevivência e liderança[cite: 1]. Quando nos negligenciamos, nos sabotamos[cite: 1]. Por isso, convido você a olhar para sua própria história sob uma nova perspectiva[cite: 1]. Que possamos honrar nossa resiliência sem esquecer da nossa ternura[cite: 1].

Convido você a mergulhar comigo em reflexões que ajudem a ver o mundo e a sua própria narrativa sob uma perspectiva mais generosa e potente[cite: 1]. Que este seja o nosso espaço de encontro e renovação[cite: 1]. Permita-se essa nova visão[cite: 1]. Vem com a Apta[cite: 1]!

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